TEMAS
quarta-feira, maio 30, 2012
PRELÚDIOS SOBRE O ESTATUTO DO ARTISTA (7)
terça-feira, maio 29, 2012
PRELÚDIOS SOBRE O ESTATUTO DO ARTISTA (6)
segunda-feira, maio 28, 2012
PRELÚDIOS SOBRE O ESTATUTO DO ARTISTA (5)
sexta-feira, maio 25, 2012
PRELÚDIOS SOBRE O ESTATUTO DO ARTISTA (4)
Na Foto: Charlie Parker
quinta-feira, maio 24, 2012
PRELÚDIOS SOBRE O ESTATUTO DO ARTISTA (3)
quarta-feira, maio 23, 2012
PRELÚDIOS SOBRE O ESTATUTO DO ARTISTA (2)
terça-feira, maio 22, 2012
PRELÚDIO SOBRE O ESTATUTO DO ARTISTA (1)
segunda-feira, maio 21, 2012
PRELÚDIO SOBRE O ESTATUTO DO ARTISTA
sexta-feira, maio 18, 2012
ASSOCIAÇÃO DE CINEMA E AUDIOVISUAL DE CABO VERDE (5)
quinta-feira, maio 17, 2012
ASSOCIAÇÃO DE CINEMA E AUDIOVISUAL DE CABO VERDE (4)
Consórcio Audiovisual público - privado?
quarta-feira, maio 16, 2012
ASSOCIAÇÃO DE CINEMA E AUDIOVISUAL DE CABO VERDE (3)
terça-feira, maio 15, 2012
ASSOCIAÇÃO DE CINEMA E AUDIOVISUAL DE CABO VERDE (2)
segunda-feira, maio 14, 2012
ASSOCIAÇÃO DO CINEMA E AUDIOVISUAL DE CABO VERDE
segunda-feira, abril 16, 2012
NASCEU A ASSOCIAÇÃO DE CINEMA E AUDIOVISUAL DE CABO VERDE
Tomaram posse os seguintes orgãos e respectivos integrantes:
quinta-feira, novembro 17, 2011
Nesta linha de um pensamento heteredoxo radicado no cinema, que se constituiu desde sempre com Andre Bazin, passando por Kracauer, até ao mais recente filósofo e psicanalista Slavoj Zizek produziu-se já uma enorme literatura sobre o cinema, que se abre a uma introspecção viva sobre produtos audiovisuais cada vez mais complexos.
BIBLIOGRAFIA:
BRESSON, R.(2000). Notas sobre o Cinematógrafo. Porto: Porto Editora.
CERDÁN, J. et alii. (2005). Documental y Vanguardia. Madrid: Ediciones Cátedra (Colecção Signos e Imagen).
PERNIOLA, M. (2005). A Arte e a sua Sombra. Lisboa: Assírio & Alvim.
PETERS, F.E. (1997). Termos Filosóficos Gregos. Um léxico histórico. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkianm.
QUINTANA, À.(2003). Fábulas de lo visible. El cine como creador de realidades. Barcelona: Acantillado.
quarta-feira, novembro 16, 2011
ÚLTIMAS REALIDADES DO (POS) CINEMA.
Na mesma linha a autora, Maria Luísa Ortega, num texto intitulado «Documental, vanguardia y sociedad. Los limites de la experimentacion», defende que já se afirma, paulatinamente, um novo compromisso ético nos discursos fílmicos sobre a realidade e uma modéstia epistemológica que se deve a convicção de que os factos e acontecimentos nunca são independentes dos dispositivos que se utilizam para abordá-los, analisá-los e representá-los, havendo, sempre, por consequência, a intromissão e o pensamento sobre eles (Ortega: 2005). Segundo ela, assumiu-se, assim, no quadro das realizações cinematográficas, um manifesto estético-político que rejeita uma suposta superioridade moral que advém, tendencialmente, de uma «posição privilegiada» de quem realiza. Referindo-se aos documentários vanguardistas ABC Africa (2001) de Abbas Kiarostami e Les glaneurs et laglaneuse (2000) de Agnés Varda, a autora assevera que estas novas formas de documentário nos revelam quão difícil se tornou no século XXI falar de um mundo sem falar do nosso lugar nele.
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(ª) Episthamai: na palavra grega significa «chegar a uma paragem».







